Um homem que na noite do último domingo foi assassinado a tiros na Chapada do Apodi, durante uma confusão gerada entre um grupo de pessoas participantes de uma festa, era fugitivo da Justiça cearense, onde tinha mandado de prisão em aberto na comarca de Tabuleiro do Norte. Gleyson Ferreira da Silva, 23 anos, o "Mascarado", respondia a vários processos por envolvimento de tráfico de drogas e estava foragido.
Segundo informações, as circunstâncias que envolvem o crime ainda não estão claras, pois no assentamento Portal da Chapada, onde o homicídio ocorreu, prevalece a lei do silêncio, onde ninguém se arrisca a informar o que realmente motivou o agente penitenciário Pedro Rafael, 26 anos, a atirar contra o "Mascarado" e contra o taxista Márcio Ígor Viana, que permanece internado em estado grave no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró.
Segundo informações, as circunstâncias que envolvem o crime ainda não estão claras, pois no assentamento Portal da Chapada, onde o homicídio ocorreu, prevalece a lei do silêncio, onde ninguém se arrisca a informar o que realmente motivou o agente penitenciário Pedro Rafael, 26 anos, a atirar contra o "Mascarado" e contra o taxista Márcio Ígor Viana, que permanece internado em estado grave no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró.
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Ontem à tarde o delegado Renato Oliveira, que responde pela Delegacia de Polícia Civil do Apodi, ouviu o agente Rafael Soares Câmara e o servente de pedreiro Rivelino Florêncio de Lima, 33. Os dois são apontados de terem dado início ao tiroteio que culminou com a morte do "Mascarado".
Rafael Soares disse que estava com Rivelino Florêncio em um bar, quando Gleyson Ferreira se dirigiu à sua mesa, fazendo perguntas se Rafael e Rivelino eram da polícia, porque se fossem, "tinha era bala para os dois" e logo mostrou que estava armado com um revólver calibre 38.
Diante das ameaças, os dois resolveram sair do estabelecimento. Gleyson sacou do revólver e se dirigiu a ele, que entrou em luta corporal com a vítima, que foi atingida com um tiro quando eles rolavam pelo chão, assim como uma bala perdida acertou o taxista.
Fonte:Omossoroense.